sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O Reino perdido da Somália

Vocês já ouviram falar das uvas thompson, amigas do Melvin? São pequenas, vivem juntas, são redondas, doces e sem caroço, SEM CAROÇO, tem coisa mais irritante em uma uva do que caroço? Nada contra os caroços, mas nada a favor, são azedos que nem a peste, e consequentemente, como não temos a capacidade seletora de caroços da Magali, temos que ficar cuspindo os malditos a cada uva que comemos, e, acabamos nos babando todos. Isso sem entrar no mérito das famosas uvinhas, doce recheado com uma uva, COM CAROÇO MINHA GENTE. Até hoje não fui em nenhum aniversário (eu ainda vou em aniversários com docinhos e arroz com galinha, uma pena as pastilhas d maracujá já estarem extintas) com uvinha sem caroço.

Tá vocês devem estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com o Reino supostamente Perdido da Somália. E eu respondo: nada! Ainda nem entrei no post, isso aí encima é um devaneio, quase uma miragem.

A seguir serão feitos comentários de extremo mau gosto, uma piada doentia, de uma mente problemática e com déficit de atenção, caso você seja ligado aos movimentos populares, salvação da humanidade entre outros, sujiro que não leia esse post, mas se decidir ler, bem, eu falo logo com antecedência prévia antes do tempo: - Faleeeeeei, num falei? Faleeeeei!

Mas sim, vamos ao post. Essas uvas (kkk serio agora é o post mesmo) também podem ser chamadas de Uvas dedo de princesa. O que? É, dedo de princesa mesmo. Pois bem, estava em minha humilde casa, mas que tem uva thompson, quando me deparo com um palito thompson, completamente diferente das uvas que eu já comera. Ela era cumprida, mas cumprida mesmo, e fina, mas era fina a menina, fina mesmo, fina que nem um lápis, fina. Aí eu estranhei. Que diabo de fruta fina é essa já, que mais parece um lápis em seus últimos dias depois de ser apontado infinitas vezes.

Comi. Para minha surpresa era uma uva. Uma uva sem caroço. Uma uva thompson. Uma uva dedo de princesa. Mas fina, muito fina, fina mesmo. Ai eu pensei com meus botões: deve ser uma princesa com dedos finos, uma princesa magrela, bem fina. Olha...... E se for uma princesa de um reino perdido da Somália, isso, da Somália. Elas tem o dedo bem fino não tem?. EUREKA, descobri. Como no mundo das frutas não existem conceitos como racismo nem preconceitos imbecis, elas não podiam deixar de fora os dedos finos das princesas da Somália.


Humano nããão....., é tudo preconceituoso.

A Dysney, por exemplo, ..... Cadê as mulheres da África? Hein? HEIN? Eu só vejo mulher com distúrbio do sono, mulher que limpa a casa com animais e nem comer uma maça sabe imagina uva thompson, mulher que tem rabo de peixe, mulher índia que fala inglês e tem uma avó arvore, mulher com fada madrinha... Umkadicoisa..... ou seja, só burguesa!
Vão se foder malditas princesas burguesas e seus dedos gordos e redondos. A partir de hoje eu só como dedo de princesa fino da Somália. E vocÊ?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O Massacre do Cú Mortalha


Para vocês que viram o Massacre da Serra Elétrica, lembram da cena em que o Leatherface persegue o cara por um varal cheio de lençóis pendurados? Lembram do desespero do homem correndo por sua vida sem saber pra onde, por causa dos lençóis na frente?

Ei doido aconteceu comigo e com duas amigas minhas!! ACALARO que não foi correndo de um maníaco com uma serra elétrica vindo das bandas do Tenoné ou da Terrafirme (sem preconceitos, esse comentário foi apenas ilustrativo, caso algum morador tenha se sentido verbalmente agredido), mas foi correndo de uma rasga mortalha. Calma, vocês vão entender já já!

Este relato foi baseado em fatos reais, aliais esses são relatos reais, acerca do acontecimento que chocou o país. Três jovens desavisados foram vítimas do que viria a se tornar o Massacre do Cú Mortalha.

Um tempo atrás (estou contando isso agora pois vi recentemente o filme e me lembrei) eu e minhas amigas estávamos no lar de um outro amigo, olha que bonito tenho vários amigos, bebendo e ouvindo musica. Em uma determinada hora fomos pra sacada do apartamento, na verdade o recinto se parece mais em um quintal no quarto andar, já que não tem sacada propriamente dita e sim uma grade e uma piscina e vários lençóis, VARIOS, estendidos de forma a impossibilitar a visão, mas enfim estávamos no maldito quintal no quarto andar com uma grade e uma piscina e cheio de lençóis que não era uma sacada eu e meu amigo, as duas meninas estavam vindo, quando meu amigo, um ser com uma educação exemplar, modos que um duque se admiraria, solta a seguinte expressão:

– Acho que vou peidar!

PEIDAR! Peidar minha gente.... não acreditei na honestidade do sujeito na hora. Nessa hora as meninas estavam chegando bem perto em meio aos 30 lençóis e não puderam ouvir a atrocidade.

– Êêê nem inven... – disse eu em vão, sendo interrompido por um som aterrorizador.

– BRRRRRÉÉÉSSSQT (foi mais ou menos assim, quase se cagando todo, quase uma serra elétrica em meio a lama)!!

Acreditem se quiser, ele nem esperou meu comentário de completa repulsa a sua pessoa. Só lembro de ter ouvido o barulho de uma rasga mortalha vindo de baixo, láááááá de baixo mesmo, verdade era uma rasga mortalha... uma coruja que quando grita parece que rasga lençóis e significa que alguém está prestes a morrer...olha que coincidência gente, lençóis e morte, depois dizem que elas não existem. Enfim, não sei como estava o cú do rapaz, mas o barulho foi esse mesmo!

Desespero. Minha vida passava em flashes. É agora senhor?

Nem sequer senti o “futum”, mas já me via correndo desesperadamente por meio aos lençóis me batendo todo, dando golpes frenéticos para me livrar deles, temendo pela minha vida, a minha frente via minhas amigas correndo e gritando, como enlouquecidas, se batendo, assim como eu, nos lençóis que impediam a rapidez da fuga. Por um pequeno momento, que parecia uma eternidade, percorremos o pequeno varal, que parecia não ter fim, nos batendo em uns 15 lençóis estendidos, que pareciam 500. Corríamos ao som das gargalhadas maníacas do peidão cú de rasga mortalha.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A BEIFE!!


Ó não é de hoje que venho com uma fama de lezo, retardado, levemente entorpecido ou até mesmo pateta, mas acredito que seja uma veia que surgiu da má formação enquanto eu estava ainda no faze de mórula.

Tendo dito isso vamos à história de hoje.

Estava eu feliz da vida, transpirando o suor da alegria, indo ao cinema com um povo da especialização, correndo por estar demasiadamente atrasado, gosto de chegar na luz acesa pra saber exatamente onde coloco minha pipoca, batata frita, doritos, chocolate e refrigerante zero claro (não, não sou obeso, na verdade sou quase um anorexico, o que acabei de escrever foi minha vontade latente dentro do meu estomago de baleia branca). Chego com o ingresso na mão, comprado na internet e olho no relógio, putaqueOpariu, já começou.

Entro eu, a pipoca, o refrigerante zero, o ingresso e a bendita carteira de estudante genérica pra mostrar pro lanterninha (o resto não deu tempo pra comprar). Entro na sala, KA-RA-LÉ-O um breu... e agora... onde eles estão? Mas aí quando já perdia as esperanças vejo a salvação, não, não foi Jesus, foram os 365 mil celulares acesos na ultima fileira de poltronas, me lembrei que preciso mudar de curso agora, mas isso não em ao caso.

Adivinhem o que a anta faz?? Vou andando em meio ao cinema, que GRAÇAZADEUS tava meio vaziu, e no corredor no meio dos acentos, aqueeeele sabe que agente passa e a galera começa a jogar coisas em você, dar uns berros, faz aquela fineza, pois bem sai andando olhando para as luzes azuis, laranjas e brancas, quando de repente:

A BEIFE!!! (o.O) e isso lá é sonoplastia?!

Tropeço no carpete (quase caio, eu disse QUAAAAAASE). Lembro-me da cena como se fosse ontem, em câmera lenta, em frente a uma tela de 1000 polegadas e 30 pessoas no Maximo. Era pipoca, refrigerante zero, ingresso e carteira de estudante genérica voando pra tudo que é lado! Sorte minha que estava escuro, além das luzes dos celulares, das escadas e da tela de 1000 polegadas.

Subi manso até onde meus amigos que, claro, não me avacalharam nem um pouco, e esperei uns 20 minutos até o resto do cinema parar de rir da minha lata
Saí antes do final, no escuro.... não vou revelar o filme porque se alguém estava lá e ler umkadicoisa aqui não vai prestar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Melão explosivo

Logo que entrou em casa, ele já me olhava pelo rabo do olho, não sei se melão tem olho, mas eu comecei a sentir como se estivesse sendo observado desde que o dito cujo havia adentrado em minha humilde residência, nos braços de minha progenitora. Alguém pode chamar isso de paranóia, mas como dizia alguém muito, mas muito velho, é melhor prevenir do que remediar, não podia excluir a possibilidade de uma revolta das frutas (melão é fruta, é verdade meus amigos), principalmente quando, a menos de uma semana atrás, voltei ao habito de comê-las no trabalho. Era possível aquilo ser uma tentativa de retaliação contra minha pessoa, infiltrar um agente fruta-bomba, xiita, e disposto a sacrificar sua vida em pró da frutanidade.

Passaram-se dias, sem que o “melão-bomba-xiita”, vamos chamá-lo de Melvin, se manifesta-se de forma agressiva, suas técnicas de camuflagem, não permitiam que ninguém o comesse. E lá ele ficava, na fruteira junto com bananas e mamãos (mamões, mamãozes... não sei ao certo), pensei até que Melvin houvesse desistido de sua missão, mas eu estava enganado, aquilo na verdade era tudo parte do plano, se mesclar ao ambiente, espreitando entre os utensílios domésticos, pronto para dar o bote, e então, aconteceu!

Uma manhã fria de Fevereiro, ao adentrar no recinto, cozinha para os humanos, me deparo com o fruticidio.... Melvin não se mexia na fruteira, e todas as outras frutas o rodeavam. Algo tinha acontecido. Não me aproximei de primeira, notei alo estranho na parede, telefone e agenda telefônica que ficavam próximos à fruteira... eram restos de melão espalhados. Mesmo negando a mim mesmo, imaginando a possibilidade de ratos acrobatas chineses ou ataques de fome noturna de melão, não pude negar, Melvin explodira na madrugada. Fui correndo examinar o corpo, e confirmei minhas suspeitas. Só havia um buraco em sua pele... mais nada, nenhuma mordida nem nada.

Na necropsia, foi contestada a explosão, suas entranhas estavam completamente liquefeitas e em estado avançado de putrefação. Melvin havia largado mão de seu plano, imaginando o bem estar da família ali residente. Ainda havia esperança para os humanos... ainda existiam frutas boas nesse mundo.


Em memória de Melvin o melão.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

UmKadiCoisa...

Lá estava eu, boiando na net (já que ninguém tem a menor condição de surfar com a velocidade da internet do meu trampo), ao mesmo tempo que não fazia quase nada, caçando blogs pra promover meu entretenimento matinal, quando de repente eis que me surge uma idéia... como uma jaca ... VOU CRIAR UM BLOG!! Olha que gênio gente... não? Pois bem, entro rapidamente em contato com uma das pessoas que, assim como eu, estavam superocupadas no msn às 11h da matina para me auxiliar nessa empreitada. O dialogo ocorre +- assim:

Eu: Oi, que tas fazendo?
Ela: Nada e tu?
Eu: Tb.... to pensando em criar um blog que achas?
Ela: Mas tu não tem nada pra fazer mesmo né, se bem que tem gente que se diverte com tuas merdas (“ô quase uma vaca” era o que passava na minha mente no memento)
Eu: vai catar coco na descida porca (apelido carinhoso de amigos....sério) vô é criar essa merda!!
...
...
...
Eu: Bosta aqui no trampo é bloqueado o blogspot.... e o wordpress é uma missa pra baixar...fudeu!
Ela: verdade

Mas antes eu ter perguntado para uma mula ... mas como sou brasileiro e não desisto nunca, esperei , e esperei... daí minha chefinha me deu umkadicoisa pra fazer.... Mas como estava muito envolvido com a história de criar um blog...bolando as idéias e tudo o mais... achei melhor deixar pra depois, E isso não faz de mim um irresponsável.... e sim uma pessoa comprometida...se começo uma coisa tenho que ir até o fim oras...colou?
Pronto, criei, e agora? Fudeu denovo (a primeira vez é inesquecivel, a segunda é inevitável). Que eu vou escrever nessa joça... não sou repórter, nem escritor, nem pensador, nem alternativo. Aí me veio outra jaca, vou escrever umkadicoisa completamente desnecessária do meu dia, e quem sabe algumas tragédias minhas e, claro, alheias tb, pronto não tinha como errar!

Fim

Fim