terça-feira, 31 de março de 2009

Um dia daqueles.




Já escutaram aquele ditado que, obviamente, diz que “Quem vai para casa não se molha.”? Pois é, nem conto pra vocês...é mentira, tudo mentira. Calma, também não precisa se desesperar ai na frente do computador, o mundo não vai acabar, o papa não vai mudar, o Clô não volta, a crise americana ainda fica na telinha por um bom tempo ainda e provavelmente aquela loira que só chora no BBB ainda vai ganhar.
Continuando.


Me enganaram. Eu acreditei na minha vó e me fudi, porque, vou te contar. Estava eu no trampo, trampando. A chuva caía incessantemente desde a madrugada (segundo fontes honestas que dormiram a noite inteira) e a cidade estava um caos. Quando eu digo “caos” na verdade quero dizer que carros eram na verdade submarinos, calçadas eram praias, lixo era bóia, a chapinha das tias era passado e o transito.... aaaaa o transito. E lá estava eu, trampando.
As horas foram passando, fazia 5 minutos que meu horário havia acabado. 5 MINUTOS!!! Jamais tinha feito isso, onde já se viu trabalho escravo uma hora dessas? A fome já batia e bolachas de água e sal com cafezinho já não surtiam efeito. O buraco no estomago já estava aos berros – PELOAMORDEDEUS ME ALIMENTA – e a chuva não passava.



Eu já tinha rezado a AveMaria, o PaiNosso, o Creio, o Credo, tava até bailando umbanda no meu quadrado e preparando umas macumba, quando me veio à memória o conhecimento passado de geração em geração de como parar com o fenômeno da precipitação pluviométrica. O ato de prender chuva no copo e a técnica secreta das três Marias!
Como não sei cortar 3 bonequinhas de mãos dadas em um papel e pregar atrás da porta, e morro de medo de esquecer de passear com elas depois, decidi optar pelo copo. Rapidamente corri para o banheiro com um copo, subi no vaso, e peguei água da chuva. Na copa emborquei o pequeno em um pires e pedi pra um amigo (a fonte) fazer o mesmo, via MSN.



BATATA! A chuva de SuperYperMegaPower forte... foi pra um estagio avançado de muito forte. Não agüentando mais, decido ir mimbora, acreditando nas sabias palavras de vó Teté:
-Meu filho, quem vai pra casa não se molha! Vá com Deus, e que o senhor e a nossa senhora lelelele
Velha filha de uma p.....ura donzela!



Saí correndo igual a um doente mental fugindo de um hospício e, lógico, me molhando todo antes mesmo de chegar na primeira esquina. Como se não bastasse estar molhado dos pés à cabeça, quase fui atropelado por um carro da policia civil ao atravessar correndo, novamente igual a um maluco, uma vila sem olhar para onde estava indo.



Finalmente na parada de ônibus, pegando chuva, espero o meu buzão que não demora. Nesse momento acreditei inocentemente que tudo estava acabado, logo logo estaria em casa almoçando e assistindo Friends na Warner. Aaahn não!? Ônibus lotado, só gente “bi-ita”, janelas fechadas e embaçadas do calor que fazia lá dentro (se meu humor estivesse um pouquiiinho melhor, faria o re-make da cena da Rose no carro em “Titanic”, mas não foi o caso), ou seja, o próprio inferno na terra. Pago e vou me desviando de todos os suvacos suados e/ou molhados até o final do bonde. Espero...espero....espero....



No meio do caminho, imaginando que no mundo inteiro não haveria ser vivo mais lascado do que eu eis que, olhando para fora vejo, saindo de uma boca de lobo, o surgimento uma pobre barata (vamos chama-la de Beatriz), quase morrendo afogada e andando toda tonta pela rua, lutando por sua vida. Eu continuo olhando para ela torcendo por dentro – Vai Beatriz....Beatriz Vai – até que, de repente, a pobre foi pisoteada e esmagada sem dó por um transeunte. Pobre Beatriz, que Deus a tenha.



Depois de uns 40 minutos de viajem no congestionamento, pensando na morte da Beatriz, o ônibus para a menos de 5 quarteirões de casa, e lá fica por uns 10 minutos. Doido não é possível. Alguém lá encima ta curtindo com a minha cara. Vô descer dessa porra! Já to na merda...vou abraçar o cocô!



Ai começa aquela coisa né, será que desço ou não desço? Puxo a cordinha o buzaum anda mais um pouquinho... ta de brincadeira, só pode. Eu fico e então fecha o sinal.



s=/ (cara de desespero que eu fiz na hora)



AAAAA BUCETAAAAAA, ABRE ESSE CARALHO QUE EU VOU DESCER!!



Desço, mais chuva. Chego em casa finalmente depois de 50 minutos de ônibus e mais 10 de caminhada. E o que eu encontro? Todos os operários da reforma do AP já voltaram e já estão trabalhando....era martelada, furadeira, lixadeira, forró naqueles radinhos a pilha..... Senhor, o que foi que eu fiz? Vou é me jogar daqui do oitavo!
Resultado, me tranco no quarto ligo a TV e almoço.... assistindo Senhora Do Destino no vale a pena ver de novo, porque a mais TV ainda não pega nos quartos!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Noite do Carélho com Pandas Gigantes de Fogo

Lascados estão os chineses. Vocês acreditam que o governo bloqueou o YouTube no país inteiro. NO PAÍS INTEIRO. Tipo, metade do mundo parou de entrar no site, já pararam pra pensar nisso? Eu não, eu entrei ainda agora no youtube mesmo...... sem alma nem coração, mas estou pensando seriamente em lançar um programa de boicote aos chineses.... mas o que que eu compro de lá...

....huuuuumm...

Já sei (ºoº) (lóóóóóóó : barulhinho de quando o milagre da vida ocorre)

a partir desse dia não como mais no China in Box......

ARRÁ!! TOMA ESSA HU JINTAO!!

Mas sim vamos ao post:

Noite do “Carélho”

É sábado, a noite está fria, chove lá fora (mintira, mas dá um “q” a mais) e estava me dirigindo para a casa da Japs, amiga oriental com déficit de atenção e um carro blindado . Eu estava prestes a experimentar um episodio gastronômico no mínimo estranho. O cardápio já estava definido desde antes da minha chegada. Lá vai o Menu:

Caré Japonês com arroz a lá filho do Goku;
Yakimeshi, ou seja, arroz com tudo dentro (o arroz de galinha oriental);
Filé de peixe empanado, com gosto de frango, mas que na verdade era carne;
Chup´s...muito Chup´s;

A noite tinha tudo para ser normal e civilizada. 8 (maiúsculo) amigos reunidos para deliciar uma cozinha típica japonesa cozinhada por uma das lideres da Yakuza em Belém: Vó Japa. Mas estávamos todos enganados... Vó Japs havia planejado algo para nós. Com certeza deve ter batizado o Caré. Estava delicioso. Mas na verdade era tudo um plano da mente perigosa de uma Yatza.

Terminada a refeição o papo começa, até então estavam todos civilizados. De repente a primeira vítima (eu) começa a sentir uma euforia, o sangue esquenta e o riso afrouxa, eu repito para os pervertidos de plantão (eu) : o RISO afrouxa. Resultado, não calo mais a boca. Um após o outro, todos cedem ao caré mágico e começam a balbuciar demências e devaneios à torto e à direito. Mas a principal conclusão foi a existência de pandas de fogo gigantes.

Explico:

No meio de minha delinqüência noto que estávamos utilizando um jogo americano (aqueeeeeeeles paninhos que ficam embaixo do prato para dificultar ainda mais a vida das domesticas) de plástico. O plástico era trançado de modo a parecer aquelas cestas de palha sabe? Então, imediatamente meu cérebro veloz e astuto lembra que no mundo todo era normal fazer aquilo com bambu, é verdade, não minto. Eles tão fazendo tudo com o bambu hoje em dia (pervertidos de plantão se acalmem). Aí meu grande amigo shiva solta essa:

“AH eu tenho uma camisa de bambu, sou ecologicamente correto.”

Eu, ambientalista nato, explico ao meu amigo que na verdade ele não é ambientalmente correto, porque para fabricar a blusa era preciso.......MAS DE REPENTE.... fui interrompido pela anfitriã do jantar. Minha amiga Japs, pouco se importando com meu único comentário descente da noite toda:

Japs – Você mata o bambu!! (MATA?!) Você acaba com a comida dos pandas gigantes!! Eles devem ta é putos contigo!!
Xiva – sim mas como eu fico? Nu? Se eu for usar blusa de algodão estaria matando o algodão!
Umk – BICHO DA SEDA!!! (oi??)
Japs – não! Não se mata algodão, ele continua lá! Agente só tira o “pon pon” branco!

Nesse momento eu comecei a me perguntar porque agente chamava os pandas de pandas gigantes. Eles nem eram tão gigantes assim. Que eu saiba o único tipo diferente de panda é o vermelho que mais parece um cachorro do que um urso. Mas minha querida amiga japs me confirmou a existência dos pandas normais que são exatamente iguais aos pandas gigantes, pandas gigantes, pandas vermelhos e...PANDAS DE FOGO.

Oi??

É!! Panda de fogo! Eles são que nem pokemons, sabe aquele cavalo de fogo? O Rapidash? Poizé, é Parecido.

Peraí deixa eu vê se eu entendi, os pandas na verdade são pokemons. O panda vermelho evolui pro panda que, por sua vez, evolui pro panda gigante (não mudando absolutamente nada) que por fim evolui pro panda gigante de fogo??!! Aaah tá intendi!

Vó Japs passava de camisola frequentemente, apreciando sua vitória sobre nós, inimigos derrotados. Ainda acho que foi tudo culpa do Xiva que ta pegando a neta dela. Maldito seja!

Googlando no trampo vi que não existem pandas normais.... só os vermelhos, os gigantes e os de fogo! Bem que eu estranhei... pokemon nunca evolui mais de 2 vezes... =/

domingo, 22 de março de 2009

Coisas Impossíveis


Rápido

Tentem girar o pé direito, mas tem que ser só o pé. Estão girando? Ta! Agora, com a mão direita, dedo indicador como um lápis, tentem desenhar um “6” imaginário. Conseguiram? É impossível! O pé muda certinho de direção. E por mais rápido que tentem desenhar o 6.. o safado do pé também muda rapidola!!! ahuahauhauhauhau

Outra
Coloquem amão na mesa com a palma virada para baixo. Agora dobre pela metade o dedo médio (kotoco) de modo que somente ele fique embaixo da palma, +- como se fossem estalar ele. Veja que a palma deve continuar na mesa. Tente lavantar os dedos um de cada vez. Adivinha qual não levanta!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Para tudo e chama a Naza

Gente o Deputado Federal, estilista, Highlander e apresentador Clodovil Mór-reu, dia 17... terça feira. O mundo caiu.... a crise aumentou.... fudeu.

A Hebe deve ter algo a ver com isso, ela tinha que ser a ultima, só pode ser.... logo após decaptar Dercy, não perdeu tempo e deu fim na existência do pobre velhinho.

PELOAMORDEDEUS ALGUEM AVISA O CID MOREIRA E O ROBERTO CAROLOS!!!!!! (O.o) ela não vai parar!!!

E a política Brasileira está de volta ao buraco. Justamente quando eu pensava que o país ia pra frente. Como é que ficamos sem ele...???

Quem será o substituto, seria Ana Maria Braga? Não creio que ela iria arcar com as responsabilidades, ainda mais com aquela mesa com pés de cobra, como ela vai passar por baixo e dizer... huuuuuuuuuuum....se bem que ela poderia chegar no trabalho e botar ordem né.... imaginem

Alguém - Bom dia Deputada.
Ana Maria Braga – Acoooooooorda meniiiiinooo!!!!








terça-feira, 17 de março de 2009

Limão com açúcar é afrodisíaco.... pois deixam o mamão duro

Como disse antes no post “Olha filho! Madura e sem os pés!” o extinto materno é foda. Esta manhã estava eu tomando meu café e cortando meu mamão pra levar pro trampo, Ave Melvim, quando a discussão começa.

Doadora do óvulo – Mas minino esse mamão ta mole, vai levar pro trabalho e ele vai ficar mais molhe ainda! Passa um açúcar.
Doador do Espermatozóide – Que açúcar mulher (notem a gentileza e o romantismo do casal) tem que botar limão pra conservar.
DO – Limão?!?! Mas vai mudar o sabor!
DE – Bota açúcar junto então!

Viagra natural: açucar e limão deixa o mamão duro.... mas também dá em caipirinha ou caipiroska...... que também... er... bem (era o que se passava em minha cabeça na hora)

Nessa hora ele, meu pai, já se levantava num salto pra cortar o limão e pegar o açúcar, enquanto que ela, minha mãe, ficava olhando o mamão na sua moleza, esperando o milagre da vida se mostrar diante de seus olhos.

O velho senta na mesa, se debruçando e espirrando limão pra tolo nado, inclusive no mamão recém cortado, e, em meio ao instinto de mãe, quase que aos berros, ela mete o braço na minha frente e puxa minha cabeça. Eu, não entendendo nada, pergunto o porquê daquela fuzaca e eis que ouço a resposta:

DO – Vais pegar um sol na volta do trabalho e vai ficar todo queimado do limão (Gente como é que ela conseguiu pensar tudo isso em uma fração de segundos?).
Não... eu não sou um filhinho de mamãe e não a velha não é super protetora!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ô Corôôaa.... Plaf !!

Época de estagio, há 10.000 anos atrás, eu e minha colega de estagio/turma, ambos com 20 anos na época, trabalhávamos feito escravos em um juizado de meio ambiente. Izaura se orgulharia. Nossas atividades eram diversas, tirar xérox era a principal delas, ofício que requeria exemplar destreza e concentração, assim como numerar paginas dos infinitos processos de poluição sonora, sim, eu dificultei ainda mais o processo de devolução de aparelhos de som automotivos apreendidos (º-º) !!

Da senzala, íamos direto para a faculdade não muito longe dali, à uns 253 quarteirões, de quatro lados cada um. Tínhamos duas opções, ir de transporte coletivo, ou guardar os trocados para comprar mantimentos para a caminhada.

Um belo dia desses, decidimos optar pela caminhada, assim podíamos nos conhecer melhor, além de tricotar o grande suéter da vida alheia. Ao chegar na segunda esquina paramos no sinal para atravessar, eis que vem passando um motoqueiro e olha minha amiga dos pés à cabeça. Se achando a garota de Ipanema, ela meche no cabelo e umedece os lábios. Ao passar por nós o motoqueiro com uma cara de maníaco do parque, solta:

- Ô CORÔÔÔA !!

Não preciso dizer mais nada! Quase urinei-me nas calças nesse dia, imaginando que uma oportunidade de vingança e retaliação nunca viria. Mas veio, e de bonde.

Outro belo dia desses estávamos na parada, ela traumatizada com o pequeno engano do motoqueiro, e eu tentando lembrar qual ônibus pegar. De repente eu avisto ao longe o maldito bonde. Sabendo como são os motoristas, que fingem que não vêem (já entrou a nova regra de acentuação?), dei uma de esperto! Fui pro meio da rua, oooolha lá, bem, não no meeeeeio, mas estava na rua, e levantei o braço para chamar o maldito motorista com toda a minha fúria. E aí:

PLAF!!!

Plaf?! Que diabo de plaf foi esse? Quando olho para trás vejo uma baranga, mocreia, tribufu, jaburu, uma monstro, o venusauro, me olhando com indignação e me chamando de tudo, menos de bonito. Eu havia largado-lhe a mão na cara do demônio, que andava logo atrás de mim, como um encosto.

Minha amiga quase urinou-se nas calças nesse dia!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Caminhando contra o vento COM lenço e sem documento!


Avenida Paulista, o caos, um lugar onde você não é ninguém, e é quase impossível alguém lembrar de você, mesmo que o veja mais de uma vez. Eu disse Quase.

Tive que visitar uma amiga no hospital 9 de Julho ali perto, e acabei saindo cedo demais por conta de uns exames, e fiquei esperando a boa vontade das cajazeiras (Activia, Boneca de Olinda e Capitã Caverna) acordarem pra nos encontrarmos na paulista. Decidi tomar um café na mac donalds, e após todo o processo de engordar no entorno de 500 calorias, fui ao banheiro LAVAR AS MÃÃÃOS, e saí pra continuar dando voltas e mais voltas sem rumo, tinha que aproveitar a viagem.

Não sou lá essas coca-colas, fico entre um kuat ou um sprit, e admito que minha auto-estima não é a das melhores, mas mesmo assim, notei muitas pessoas me olhando. Estranhei. Todo mundo que passava me olhava, e quando eu olhava pra trás, continuavam me olhando. Sério uma menina quase destrói um carrinho de bebê ao dar de encontro com um casal recém amaldiçoado com o rebento.

O que eu fiz? Achei-me o caraléo, a ultima coca-cola gelada do deserto, a bala que matou kenedy, o sapato que jogaram no Bush, a Natalie Portman na cena final de “Closer” (nôôôssa), o Atreyu, enfim Umkadicoisa. Decido comprovar a verdade sobre minha aparência, e quando passo em frente ao banco, aquele que é todo de vidro, decido olhar... pois bem, me olhei.

Terror, Planeta Terror. O que ela aquele lenço? Um lenço branco de papel compriiiiiiiido, grudado em meu sapato? PUTA QUE O PARIU, PAPEL HIGIENICO! CARALÉO, EU NÃO MIJEI, NÃO CAGUEI, E SAIO ANDANDO QUASE TODA A MERDA DA AVENIDA PAULISTA COM UMA BUCETA DE UM PAPEL HIGIENICO GRUDADO NO MEU SAPATO FUDIDO! E O PIOR DE TUDO ME ACHANDO O CÁRALÉO!

Tirei o maledito (tarefa muito complicada por sinal, cada vez que eu pisava com pé pra tirar, ele automaticamente grudava de novo, só que n outro pé) e já estava rindo da minha desgraça, afinal o que era um peido pra quem tava cagado, não é mesmo meus amigos? Continuei andando como se nada tivesse ocorrido, vermelho dos pés a cabeça, mas notei que ninguém mais me olhava.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Mulher Maravilha mentirosa

Quando as pessoas dizem que o jato da Mulher Maravilha é invisível, elas não querem dizer que o troço seja realmente invisível..... na verdade ele é de vidro. Sabe por que eu sei disso. Simples. Porque aos meus olhos o vidro é invisível.

Explico:
Estava eu na casa de um amigo (XD) e, em uma determinada hora decido ir pro computador. Eu então, na velocidade de um lince manco caduco, me levanto do sofá e saio em direção ao quarto. Vejo meu amigo do outro lado e sigo, olhando pra ele, com os olhos abertos, olhando pra ele, COM OS MALDITOS OLHOS ABERTOS. Mas de repente sinto um forte baque na cara, forte pra kct, um estrondo de alguma coisa dura batendo na cabeça de alguém, fico completamente desorientado, não sei quem sou, onde estou e muito menos para onde estou indo e tudo gira, o mundo esta girando e eu não bebi nada, no mínimo uma experiência nova. Eu desabo como uma jaca no sofá, quase desacordado rindo da minha dor latente no nariz e, por incrível que pareça, ninguém ri de mim.

terça-feira, 3 de março de 2009

Olha filho! Madura e sem os pés!

Como ta todumundo postando sobre o carnaval, o qual eu participei, é melhor nem começar... caso alguém esteja curioso em saber é simples:

Acesse http://heymodafoca.blogspot.com/ e confira as novidades do carnaval 2009.

E vamos ao post

Olha filho! Madura e sem os pés!

Eu credito cegamente que minha patetice tem uma parte proveniente da genética. Olha essa, outro dia desses a madre superiora lá de casa me chega bufando, enraivecida. Eu, intrigado, mais curioso do que preocupado, fui perguntar o que acontecera.

Eu - Mãe, ta tudo bem?
Madre - Não, nem vais acreditar na gafe que eu passei!
Eu - Gafe?... aaaaaaaa mico!!
Madre - Eu tava saindo do consultório (ela é médica) quando tropecei e caí no chão!
Eu - Caiu? Mas caiu como?
Madre - Cómo como? Caí! Caí com as mãos no chão.
Eu - Serio mãe? Ah, mas isso é normal, essas calçadas estão cada vez piores (HAUAHuahUAHuahUAHuahUAHauah caiu de quatro, DE QUATRO!!!!).
Madre - mas o problema foi o flanelinha!
Eu - que flanelinha?
Madre - ele estava lá e viu tudo. E ao invés de me ajudar, não, o idiota passou e disse – Caindo de madura hein “dotora”. Não suporto flanelinha!

Nessa hora bem que eu tentei, mas não consegui conter a gargalhada. Como se não bastasse ir no “draive tru”, pagar, fechar a janela, e na hora de receber o troco quase quebrar os dedos tentando pegar o troco ATRAVÉS da janela. Sem falar é claro na risada contida da atendente.

Não serio, só pode ser genético, depois do ocorrido, muito depois, ela me chega toda suja e roxa em casa. Olha a onda: ela esquece de puxar o freio de mão em um declive, quando percebeu, o carro já estava deslizando ladeira abaixo (modo de falar). O que ela faz? Saí correndo, abre a porta e pula, literalmente se auto joga, pra dentro do carro (extinto materno é foda), sendo que apenas metade do corpo fica pra dentro. Agora imaginem essa: um Palio Fire, descendo desgovernado, com uma bunda pra fora da porta do motorista, aos berros, e as pernas ainda correndo, tentando subir no carro. Ainda fica melhor, o carro acaba encostando em uma calçada mais alta e prende, PRENDE, a porta nas ancas da mulher.

Resultado, ela fica presa, metade de cima pra dentro do carro, e metade de baixo pra fora do carro, gritando por socorro. E adivinhem essa: quem a socorre? Quem?
Mas é claro, o flanelinha! O universo conspira.

Fim

Fim